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sábado, 24 de janeiro de 2015

Tállison Silva - escritor


TÁLLISON FERREIRA DA SILVA, nasceu em de 04 de junho de 1989 na cidade de Assú/RN, filho de Antonio Ferreira da Silva e de Aurineide Ferreira das Neves. Fez o ensino infantil e fundamental I, no Instituto Padre IbiapinaIPI), e o fundamental II e ensino médio no Complexo Educacional Santo André(CESA), ambas na cidade de Assú. 

Em 2008 ingressou na Congregação Religiosa dos Filhos de Sant' Ana e permaneceu até o final de 2014. Na mesma Congregação recebeu formação religiosa e sacerdotal. 

No ano de 2009 obteve aulas de teclado na Escola de Música Santa Cecilia, na cidade de Natal/RN. Tállison tem grande apreço pela música e poesia. Além disso, possui formação em Pastoral catequética pela Escola de Pastoral Catéquica, ESPAC - Faculdade Católica de Fortaleza/CE na qual lançou, juntamente com os amigos de turma, o seu primeiro livro com o titulo: O catequista globalizado do século XXI. Em 2012 ingressou na Faculdade Dom Heitor Sales - Natal/RN no qual cursou Licenciatura em Filosofia. 

Foi secretário da CRB, Conferência dos Religiosos do Brasil, núcleo Natal/RN (2012 a 2014) Foi coordenador da Rede um Grito pela Vida - núcleo Natal/RN (2013 - 2014) e companhe  o setor de Campanhas da Arquidiocese de Natal/RN

Seu entusiasmo pela leitura, literatura, escrita, poesia e musica o fez ir mais longe. Por isso, em data de 21 de maio de 2014, lançou pela editora Offset e Flecha do tempo - Coleção Metamorfose do Grupo de Estudos da Complexidade, GRECOM, UFRN - o seu segundo livro, PADRE FRANCISCO CANINDÉ DOS SANTOS: PASTOR INCANSÁVEL DO VALE DO ASSU. E, em fevereiro de 2015 publica o seu terceiro livro que traz como titulo, PADRE JOSÉ FREITAS CAMPOS: DAS MÃOS DE OURO À UMA VOZ QUE ENCANTA. Agora, portanto, faz parte da Câmara Brasileira de Jovens Escritores, CBJE depois de ter tido selecionada a sua poesia sobre uma das Lagoas mais importante do Nordeste brasileiro: LAGOA DO PIATÓ.  Atualmente mora na cidade de Parnamirim - RN, onde continua com seus maravilhosos trabalhos literários. 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Wagner Di Oliveira - pintor


FRANCISCO WAGNER DE OLIVEIRA, adotou "Wagner Di Oliveira" como nome artístico, nasceu em Assu –RN, no dia 09 de maio de 1976, casado com Maria José da Cruz. Quando criança a mãe o impedia de brincar livremente pela rua e por isso motivo vivenciou no isolamento  do seu quarto o primeiro com tato o mundo das artes visuais recortando figuras das histórias em quadrinhos que colecionava para encenar outros enredos mais próximos da sua realidade infantil. Autodidata, aos 8 anos e idade lembra que gostava de desenhar cavalos em movimento nas folhas de papel pautado e já chamava a atenção na escola pela facilidade em representa tais imagens, essa reprodução foi a primeira a ser vendida aos colegas que admiravam, dessa forma, é filho do pintor e músico assuense Wanderlson Inácio de Oliveira, apelidado Barrinha, cresceu querendo ser artista. 

Aos 12 anos desenhou a revista “Festolândia” como conteúdo voltado ao público jovem. Das páginas das revistas em quadrinhos aprendeu a admirar as obras de Mozart Couto, Eugene Colonesse e Mutarelli, deste último, ressalta como marcante em seu trabalho a época a influência gráfica da revista “Transubstanciação”. Experimentava as possibilidades expressivas da caneta esferográfica preta como material de desenho, substituto do nanquim. Em 1998, já casado, e com uma filha pequena para criar enviou uma história para a produção de Maurício de Sousa, criador da Turma da Mônica com um pedido de trabalho, teve uma resposta impressa da produção da revista aconselhando-o a buscar outras referências pelo apelo “adulto” impresso em seus traços. 

O desenhista então veio  primeiro, o pintor Wagner só nasceria no final de 2003, quando foi convidado a trabalhar em projetos sociais de apoio a crianças e adolescentes (PET e PROJOVEM), nesse momento buscou aproximação com uma escola de Artes de Assu (SENEC), local onde pela primeira vez experimentou o uso de telas, tintas e pincéis, obrigando-se a aprender para poder ensinar. Nessa época, também costumava expor seus trabalhos ao ar livre juntamente com aqueles produzidos pelos alunos na Praça Antônio Costa Leilão em Assu. 

Na busca por um estilo próprio pintou “O sossego”, sua primeira obra em pintura, vendida para um colecionador da cidade de Currais Novos. Ensaiando uma análise sobre as características pessoais de sua obra, atualmente expõe sua predileção pelos gatos, animal manhoso que aparece associado diretamente à sensualidade indisfarçável das figuras femininas, protagonistas de suas criações, representadas em trios, às vezes ainda crianças, jovens ou recriadas como “meninas bonecas” de aparência perturbadora. Cenas de boemia, frutas e representações de personagens ou tradições da cultura popular nordestina, também aparecem de modo recorrente, envoltas num colorido exuberante no qual nuances de um amarelo “vangogulano” é resultado e resignificado como “amarelo saudade”. Prefere utilizar pincéis chatos e medios e a tinta pura, sem adição de tocantes ou do óleo de linhaça como diluentes. Para o desenho, utiliza a caneta esferográfica preta costuma trabalhar com o pastel oleoso e o lápis grafite, entretanto, sua obra é diversificada, pois já se aventurou pela escultura criando figuras em papel machê e como projeto para 2014 pretende publicar o livro “A Pedra” no qual reúne textos romanceados e críticas além de expor individualmente na Pinacoteca do Estado do Rio Grande do Norte. 

Fonte: Nilton Xavier Bezerra